quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

2014: Furacão se foi!

2014 foi realmente um grande ano que começou às avessas! Que veio como um tsumani carregando tudo que encontrava pelo caminho.
Um ano atípico! Ao invés de comemorarmos a chegada de um ano, a família estava no hospital orando e acreditando na recuperação da dona Gecy, minha vó, que nos deu o maior susto no final de 2013. E lá por setembro ela fez arte de novo e tivemos que voltar as pressas para o hospital. Vimos ela partir inúmeras vezes e voltar sempre com aquele sorrisão. Era apenas mais um susto!
O Scooby, um dos meus cachorros, meu irmão de caminhada partiu, deixando boas lembranças e muita saudade!
Perdemos a “Copa das Copas” em casa e pior que isso perdemos de 7x1 para a Alemanha. Lamentável!
Vi amigos partirem. Senti saudades de quem não podia mais abraçar.
Larguei meu trabalho pra ser feliz e cuidar da minha saúde.
Reencontrei antigas amizades.
Fui a Curitiba e virei criança com meus priminhos.
Fui a exaustão brincando com meus primos de 2 anos que me ensinam a cada dia como é bom ser feliz!
Participei das reuniões do grupo de oração Deus Vive e completei  o Cerco de Jericó.
Fiz promessas! Algumas cumpri, outras não! 
Tentei freqüentar a academia com assiduidade, mas fui vencida pela preguiça. Mas o bom é que freqüentei até o meio do ano, o que já é um baita progresso!
Comecei, terminei e me diplomei no Curso de Português do CPP. 
Fiz concursos e me classifiquei bem! Fiquei ali, por um fio! E minha mãe contrariando tudo e todas previsões passou no concurso da Prefeitura de Guaíba, foi nomeada e está dando aula. Que loucura!
Meu pai voltou prá Guaíba e ganhou um companheiro, o Paçoca, um cachorrinho da raça dachshund.
Me apaixonei pela quinta vez pela mesma pessoa e me decepcionei pela última vez! E mesmo contra as decisões do meu coração me mantenho firme e forte.
Peguei o catamarã em todos os piores dias, nos quais havia muito vento e chuva. E tive muito medo e ataquei-me da labirintite.
Fui a Feira do Livro de Porto Alegre, peguei autógrafo com a minha musa Célia Ribeiro.
Assisti espetáculos “espetaculares”. Dancei e cantei muito no show do Fábio Jr.
Encontrei meu 1º amor várias vezes este ano e a perna balançou.
Quebrei quatro garrafas térmicas (chimarritas). Me superei!
Vi amigas virarem mães.
Ri com as histórias fantasiosas da minha avó!
Troquei meu carro, quer dizer: com a ajudinha do papis.
Vi a minha afilhada se enlouquecer porque ganhou batom da DinDonna.
Abracei pessoas muito especiais! Reatei amizades! Fiz as pazes! Conheci  gente “nova”! Fiz amizades! Subi a Serra diversas vezes! Ri alto! Cantei! Briguei! Dancei! Chorei! Rezei! Amei! Fui muito feliz este ano! E das provações tirei grande aprendizados.
Que venha o novo ano!
Que venha 2015!
Porque 2014 já passou e o furacão se foi!




sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Se é para enfrentar congestionamento, prefiro nem sair de casa

Sempre gostei de calmaria, sou mais família. Prefiro um “ajuntamento” de amigos na minha casa do que por ai. Sim gosto de uma festa, de uma muvuca, mas tudo civilizadamente, mas ultimamente ando sem paciência e vontade de sair, nem que seja para encontrar um amigo para jogar conversa fora. E tudo isso por quê? Porque perco um tempão no trânsito para percorrer alguns quilômetros. Da minha residência até o local onde trabalho em um  transito normal levaria 20min, no máximo 30min, levo horas. Sim horas! De manhã cedo fico parada na BR que é duplicada. E me pergunto: o que é isso? Que inferno é este? Confesso que me sinto estressada e cansada. O trânsito me irrita. Eu gosto de andar de carro, livre, de rumar pelo caminho que eu escolher, mas não dá!  Se tu pensas em fugir daquela muvuca e sair mais cedo, lá está o trânsito caótico em qualquer horário. Não adianta sair mais cedo. Não adianta trocar o caminho.
Durante anos trabalhei e estudei em uma Universidade. Saia pela manhã de casa e voltava só à noite. E levava menos tempo na estrada do que levo hoje, que faço um percurso menor. Sabe por que disso? Por que este caos? Não temos ônibus descentes, então o povo resolve se deslocar de carro pra lá e para cá. Não temos metrô, o que facilitaria em muito as nossas vidas e deslocamentos. Se eu tivesse que vir de ônibus para o trabalho sairia não sei que horas de casa, pois são poucos os horários de ônibus e quando passam lotados, não pegam mais nenhum passageiro. E eu ficaria na parada esperando o próximo. Ou seja nosso sistema é o CAOS! O que já é sabido há muito tempo, porém o Governo nada faz. E sem falar nos acidentes diários. Sim! Todos os dias me deparo com acidentes e me pergunto como é que os motoristas conseguem fazer tanta barbeiragem. Hoje o trânsito pela manhã estava um caos, coisa normal nos últimos tempos, mas tudo foi agravado por uma capotagem que levou o motorista a morte e deixou uma família enlutada. Prá que isso? O carro é um veículo de transporte, mas também pode ser uma arma. Ah, já ia esquecendo que tem os motoristas de finais de semana que nesta época o ano resolvem dar suas bandinhas pelo litoral e aqueles que esquecem de levar o carro para fazer uma revisão básica e ficam parados na estrada, ou melhor dizendo “ficam na mão”. E vidão!
Por isso que ando pensando sinceramente em comprar um helicóptero para me deslocar, porque do jeito que está só vai piorar. Fato!


segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Robson Caetano - Atleta brasileiro

Estava eu, no sábado, num restaurante quando de repente minha irmã me perguntou se eu não conhecia um rapaz que estava próximo a ilha de doces. Olhei e achei-o familiar, mas como conheço muitas pessoas não dei muita bola. Ele ainda falou que iria comer aqueles doces deliciosos num prato raso, de almoço normal, eu dei risada e disse que ele poderia comer todos os doces, pois era muito elegante. Minha irmã então cismou novamente que conhecia a pessoa, foi então que percebi que na mesa onde ele sentou haviam algumas pessoas com camiseta do Brasil. Mas hoje em dia todo mundo tem uma camiseta do Brasil. Foi então que vi uma senhora se aproximando e tirando uma foto com a tal pessoa. Olhei, olhei e disse: “este cara é maratonista e campeão olímpico”. Chamei o garçom e perguntei quem era o rapaz da mesa ao lado. Robson Caetano - Especializado em corridas de curta distância, participou de quatro Jogos Olímpicos, ganhando um bronze nos 200 metros rasos em Seul 1988 e outro bronze no revezamento 4x100 m, em Atlanta 1996. Além disso correu na São Silvestre. Teve uma série de três vitórias na Copa do Mundo (1985, 1989 e 1992) nos 200 metros. Em sua carreira, bateu dois recordes sul-americanos nos 100 metros e cinco nos 200 m. Em 1989, ele terminou classificado como número um do mundo, com um tempo de 19s96 nos 200 m. Até hoje é o detentor do recorde sul-americano da prova dos 100m rasos, com o tempo de 10s cravados, obtido em 31 de maio de 1988. Além deste baita atleta, participou do quadro Dança dos Famosos no Domingão do Faustão e consagrou-se campeão. Fora tudo isso é uma simpatia de pessoa! Conversou com os garçons, tirou fotos, foi uma gentileza em pessoa.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Consciência galera!

O pessoal reclama dos alagamentos e coloca a culpa nos políticos, como se fossem os únicos culpados. 
E você que coloca lixo na rua, atira garrafa pet e papelão por aí, bituca de cigarro no chão, deixa teu lixo na beira da praia, destrói o planeta... Você não tem culpa não?


Mas é muito mais fácil culpar os outros e tirar o seu corpinho fora. Malandragem brasileira.
Que tal começar limpando a sua calçada, não jogar lixo por ai, segurar na mão aquele papelzinho de bala e tal?
E não coloquei o lixo horas antes do lixeiro passar, porque os cachorros vem, rasgam o saco e espalham a sujeira. Separe o lixo que os catadores podem utilizar, assim eles não precisam fuçar em nossos lixos, sem falar que podem estar sujeitos a algum corte e tal.
Consciência galera!
E se acha que o Governo está ruim, repense o seu voto nas próximas eleições.


quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Alô meu Deus, senti saudades tuas!

Nasci numa família católica, costumava frequentar a Igreja com a minha vó e a mãe. Logo após a minha primeira comunhão, lá entre meus 10 anos, fui convidada a fazer parte do grupo ONDA (Objetivo Novo de Apostolado) pelos meus colegas Andréa e João Paulo. Confesso que relutei, não entendi o que eles faziam lá. Um dia resolvi ir, para eles pararem de me convidar. No dia que fui não houve reunião, mas todas as crianças do grupo e tios (pais de outros membros do grupo) estavam auxiliando na organização do salão de festas da Paróquia, pois à noite haveria um jantar festivo.  Auxilie e depois fui embora. Cheguei em casa e devo ter dito que não iria mais. Os anos se passaram e certamente eu devo ter decepcionado estes meus colegas, pois nunca mais insistiram para eu participar do grupo.
Continuava frequentando a igreja, indo às missas e achava que estava tudo bem. Mas Jesus queria mais, já tinha plantado uma sementinha... Passaram-se alguns anos e eu fui convidada para fazer a Crisma, não quis, disse que não era necessário. Santa Ignorância!!!! Passou-se mais uns anos e minha irmã, que é dois anos mais nova que eu, foi convidada para fazer a Crisma e aceitou. Então pensei: “se ela vai fazer este sacramento, eu não posso ficar para trás”. He He He He!!! Fiz a Crisma com a minha irmã e alguns amigos. Nesse meio tempo fomos convidadas para participar do MCJA (Movimento Cristão de Jovens Apóstolos). Aceitei prontamente e de quebra levei uns amigos. Participei de retiros, estive a frente da direção do grupo, realizei trabalhos voluntários, etc. Fiquei no grupo durante uns 2 anos e meio, fiz amigos incríveis, conheci pessoas e histórias lindas... Mas como tudo é um ciclo, acabei saindo do grupo, pois não concordava com as atitudes de alguns membros. Foi neste momento que criei uma ruptura, me afastei da comunidade Nª Srª do Livramento, mas jamais de Deus, pois Ele não iria permitir.
E não permitiu. Acabei indo estudar e trabalhar na PUCRS, uma Universidade Católica da congregação Marista. Deus estava agindo, cultivando a tal sementinha que já havia plantado no meu coração. Trabalhava diretamente com os Irmãos Maristas e muitas vezes fui convidada a participar das atividades da Pastoral Universitária. Lembro que uma vez eu e algumas outras pessoas fomos selecionadas entre os milhares de alunos e funcionários da Instituição, a almoçarmos na casa dos Irmãos Maristas e conhecer um pouco mais sobre o dia a dia deles. Foi um encontro especial, produtivo e certamente muito abençoado. Neste meio tempo fui retornando para a Igreja, mas não para a comunidade a qual pertencia (Livramento). Comecei a participar da comunidade da Nª Srª de Fátima e assim aos poucos fui retornando. Mas Deus queria mais e mais de mim!!!!
Foi então, há exatamente um ano que conheci o Padre Santiago, Pároco da minha comunidade de origem. Após sairmos de uma reunião, ficamos conversando e ele me questionou porque eu havia me retirado da comunidade Nª Srª do Livramento, contei sobre a minha caminhada na Igreja e que me sentia acolhida na comunidade Nª Srª de Fátima. Então o padre me convidou a frequentar novamente a Paróquia Nª Srª do Livramento, atendendo ao pedido dele fui algumas vezes. Mas Deus não parou por ai, exigiu mais de mim... Ontem não sei porque razão... sei sim! Era a tal sementinha... Resolvi ir num grupo de oração da Paróquia Nª Srª do Livramento. Chegando lá encontro uma prima que veio muito feliz me acolher, me abraçou, pegou pela mão e me levou a sentar no primeiro banco. Confesso que fiquei meio sem jeito, mas fiquei ali para não desagradá-la. Quando o encontro já estava finalizando fomos convidados a ficarmos mais próximo do Santíssimo. Eu estava imóvel no meu lugar, pois acreditava já estar próxima e queria dar a oportunidade para outras pessoas se aproximarem. Na verdade eu estava meio sem jeito! Mas não é que me puxaram e me levaram para frente do Santíssimo!?! Fiquei cara a cara com Ele e somente agradeci por aquele momento, confesso que abri um sorriso e pensei: “Jesus tu é demais! Eu andei tanto tempo afastada de Ti e você arranjou uma maneira de me trazer para perto. Bem perto! Obrigada!!!” Voltei para casa renovada, fortificada, me senti flutuando!!!! Realmente Deus tem planos para nos trazer para perto dEle que não imaginamos. Ele sabe tudo e jamais desiste de nós! Mesmo que abandonemos seu caminho. Mas quando uma sementinha é plantada, Ele trata de regar e cultivar, pois sabe que um dia ela dará bons frutos.

Isso me faz lembrar daquela música que diz:
"Alô meu Deus fazia tanto tempo que eu não mais Te procurava. Alô meu Deus senti saudades tuas e acabei voltando aqui"
O que dizer além de obrigada por acreditar em mim!?

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

A volta da Cidadão Quem

Clica no link abaixo e confere a volta da banda Cidadão Quem [Jornal do Almoço - 22.10.2013]
Cidadão Quem se reúne e faz turnê para comemorar os 20 anos de seu disco de estreia

Minha paixão por trabalhos sociais

            Nasci em meio a trabalhos sociais. Sempre gostei de ajudar o próximo, isso faz parte de mim, assim como respirar. Cresci junto com o Projeto Pescar, que hoje é uma Fundação altamente reconhecida em todo mundo. Digo isso pois meu pai trabalhou na Linck, empresa que foi pioneira na criação deste Projeto. Eu, volta e meia estava na empresa e ficava analisando a maneira linda como a Linck trabalhava com aqueles jovens da comunidade. Além disso os filhos dos funcionários da empresa eram convidados em datas comemorativas, como Natal, São João e etc. a doarem brinquedos para crianças carentes. Eu doava na maior alegria!                           
              Lembro que um ano, a Linck fez uma proposta bem bacana, fomos convidados a confecionarmos nossos próprios presentes de Natal. Era bem simples e fácil! Recebemos tecido, bombons, tesouras, fitas, agulhas e linhas. Nosso trabalho consistia em  cortar o tecido em quadrados pequenos, no qual cada bombom foi embrulhado delicadamente e finalizado com um lindo tope. Após, nossas mães faziam as finalizações. Cada família recebeu um kit com dez bombons, ou melhor dizendo, dez enfeites para serem colocados em nossas árvores de Natal. Aquele foi um dos presentes mais geniais que recebi, feito por muitas mãos e com carinho.
                Mas eu não parei por ai, realizei trabalhos sociais e voluntários na escola,  comunidade, Igreja (participando do grupo de jovens), faculdade,  Apae,  trabalho... Participei por duas ou três vezes de uma gincana para arrecadar fundos para o Hospital Livramento, de Guaíba. A gincana era durante um final de semana, mas meses antes já começávamos a arrecadar alimentos e roupas. Eu adorava toda aquela movimentação! Em outras oportunidades auxiliei o Hospital ficando muitas vezes na porta do mercado arrecadando alimentos não perecíveis ou nota fiscais. Hoje existe o Programa Nota Fiscal Gaúcha, mas quando eu era um pouco mais jovem (risos) funcionava de outra forma, a cada ”x” notas trocávamos  por cupons que concorriam a sorteio de prêmios. Caso o Hospital ganhasse algum prêmio este seria rifado, para arrecadar verba.

               Pois então... Já dizia uma querida professora que eu nasci para ajudar ao próximo. Isso ela disse quando foi banca da minha monografia de Relações Públicas. Lembro até hoje, da Profª Neka me abraçando, após eu receber a minha nota e dizer que naquela monografia sobre Responsabilidade Social, ela me enxergava. Fiquei feliz demais! Então o que dizer? Minha alma é assim...  adoro fazer algo de bom pelos outros.