quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Minha paixão por trabalhos sociais

            Nasci em meio a trabalhos sociais. Sempre gostei de ajudar o próximo, isso faz parte de mim, assim como respirar. Cresci junto com o Projeto Pescar, que hoje é uma Fundação altamente reconhecida em todo mundo. Digo isso pois meu pai trabalhou na Linck, empresa que foi pioneira na criação deste Projeto. Eu, volta e meia estava na empresa e ficava analisando a maneira linda como a Linck trabalhava com aqueles jovens da comunidade. Além disso os filhos dos funcionários da empresa eram convidados em datas comemorativas, como Natal, São João e etc. a doarem brinquedos para crianças carentes. Eu doava na maior alegria!                           
              Lembro que um ano, a Linck fez uma proposta bem bacana, fomos convidados a confecionarmos nossos próprios presentes de Natal. Era bem simples e fácil! Recebemos tecido, bombons, tesouras, fitas, agulhas e linhas. Nosso trabalho consistia em  cortar o tecido em quadrados pequenos, no qual cada bombom foi embrulhado delicadamente e finalizado com um lindo tope. Após, nossas mães faziam as finalizações. Cada família recebeu um kit com dez bombons, ou melhor dizendo, dez enfeites para serem colocados em nossas árvores de Natal. Aquele foi um dos presentes mais geniais que recebi, feito por muitas mãos e com carinho.
                Mas eu não parei por ai, realizei trabalhos sociais e voluntários na escola,  comunidade, Igreja (participando do grupo de jovens), faculdade,  Apae,  trabalho... Participei por duas ou três vezes de uma gincana para arrecadar fundos para o Hospital Livramento, de Guaíba. A gincana era durante um final de semana, mas meses antes já começávamos a arrecadar alimentos e roupas. Eu adorava toda aquela movimentação! Em outras oportunidades auxiliei o Hospital ficando muitas vezes na porta do mercado arrecadando alimentos não perecíveis ou nota fiscais. Hoje existe o Programa Nota Fiscal Gaúcha, mas quando eu era um pouco mais jovem (risos) funcionava de outra forma, a cada ”x” notas trocávamos  por cupons que concorriam a sorteio de prêmios. Caso o Hospital ganhasse algum prêmio este seria rifado, para arrecadar verba.

               Pois então... Já dizia uma querida professora que eu nasci para ajudar ao próximo. Isso ela disse quando foi banca da minha monografia de Relações Públicas. Lembro até hoje, da Profª Neka me abraçando, após eu receber a minha nota e dizer que naquela monografia sobre Responsabilidade Social, ela me enxergava. Fiquei feliz demais! Então o que dizer? Minha alma é assim...  adoro fazer algo de bom pelos outros.

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