Estava eu, no sábado, num restaurante quando de repente minha irmã
me perguntou se eu não conhecia um rapaz que estava próximo a ilha de doces.
Olhei e achei-o familiar, mas como conheço muitas pessoas não dei muita bola.
Ele ainda falou que iria comer aqueles doces deliciosos num prato raso, de
almoço normal, eu dei risada e disse que ele poderia comer todos os doces, pois
era muito elegante. Minha irmã então cismou novamente que conhecia a pessoa,
foi então que percebi que na mesa onde ele sentou haviam algumas pessoas com
camiseta do Brasil. Mas hoje em dia todo mundo tem uma camiseta do Brasil. Foi
então que vi uma senhora se aproximando e tirando uma foto com a tal pessoa.
Olhei, olhei e disse: “este cara é maratonista e campeão olímpico”. Chamei o
garçom e perguntei quem era o rapaz da mesa ao lado. Robson Caetano - Especializado
em corridas de curta distância, participou de quatro Jogos
Olímpicos, ganhando um bronze nos 200 metros
rasos em Seul 1988 e outro bronze no revezamento 4x100 m, em Atlanta 1996. Além disso correu na São Silvestre. Teve uma série de três
vitórias na Copa do Mundo (1985, 1989 e 1992) nos 200 metros. Em sua carreira,
bateu dois recordes sul-americanos nos 100 metros e cinco nos 200 m. Em 1989, ele
terminou classificado como número um do mundo, com um tempo de 19s96 nos 200 m.
Até hoje é o detentor do recorde sul-americano da prova dos 100m rasos, com o
tempo de 10s cravados, obtido em 31 de maio de 1988. Além deste baita
atleta, participou do quadro Dança dos Famosos no Domingão do Faustão e consagrou-se
campeão. Fora tudo isso é uma simpatia de pessoa! Conversou com os garçons,
tirou fotos, foi uma gentileza em pessoa.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Consciência galera!
O pessoal reclama dos alagamentos e coloca a culpa nos políticos, como se fossem os únicos culpados.
E você que coloca lixo na rua, atira garrafa pet e papelão por aí, bituca de cigarro no chão, deixa teu lixo na beira da praia, destrói o planeta... Você não tem culpa não?
Mas é muito mais fácil culpar os outros e tirar o seu corpinho fora. Malandragem brasileira.
Que tal começar limpando a sua calçada, não jogar lixo por ai, segurar na mão aquele papelzinho de bala e tal?
E não coloquei o lixo horas antes do lixeiro passar, porque os cachorros vem, rasgam o saco e espalham a sujeira. Separe o lixo que os catadores podem utilizar, assim eles não precisam fuçar em nossos lixos, sem falar que podem estar sujeitos a algum corte e tal.
Consciência galera!
E se acha que o Governo está ruim, repense o seu voto nas próximas eleições.
E você que coloca lixo na rua, atira garrafa pet e papelão por aí, bituca de cigarro no chão, deixa teu lixo na beira da praia, destrói o planeta... Você não tem culpa não?
Mas é muito mais fácil culpar os outros e tirar o seu corpinho fora. Malandragem brasileira.
Que tal começar limpando a sua calçada, não jogar lixo por ai, segurar na mão aquele papelzinho de bala e tal?
E não coloquei o lixo horas antes do lixeiro passar, porque os cachorros vem, rasgam o saco e espalham a sujeira. Separe o lixo que os catadores podem utilizar, assim eles não precisam fuçar em nossos lixos, sem falar que podem estar sujeitos a algum corte e tal.
Consciência galera!
E se acha que o Governo está ruim, repense o seu voto nas próximas eleições.
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Alô meu Deus, senti saudades tuas!
Nasci numa família
católica, costumava frequentar a Igreja com a minha vó e a mãe. Logo após a
minha primeira comunhão, lá entre meus 10 anos, fui convidada a fazer parte do
grupo ONDA (Objetivo Novo de Apostolado) pelos meus colegas Andréa e João Paulo.
Confesso que relutei, não entendi o que eles faziam lá. Um dia resolvi ir, para
eles pararem de me convidar. No dia que fui não houve reunião, mas todas as
crianças do grupo e tios (pais de outros membros do grupo) estavam auxiliando
na organização do salão de festas da Paróquia, pois à noite haveria um jantar
festivo. Auxilie e depois fui embora.
Cheguei em casa e devo ter dito que não iria mais. Os anos se passaram e
certamente eu devo ter decepcionado estes meus colegas, pois nunca mais
insistiram para eu participar do grupo.
Continuava frequentando
a igreja, indo às missas e achava que estava tudo bem. Mas Jesus queria mais,
já tinha plantado uma sementinha... Passaram-se alguns anos e eu fui convidada
para fazer a Crisma, não quis, disse que não era necessário. Santa Ignorância!!!!
Passou-se mais uns anos e minha irmã, que é dois anos mais nova que eu, foi
convidada para fazer a Crisma e aceitou. Então pensei: “se ela vai fazer este
sacramento, eu não posso ficar para trás”. He He He He!!! Fiz a Crisma com a
minha irmã e alguns amigos. Nesse meio tempo fomos convidadas para participar
do MCJA (Movimento Cristão de Jovens Apóstolos). Aceitei prontamente e de
quebra levei uns amigos. Participei de retiros, estive a frente da direção do
grupo, realizei trabalhos voluntários, etc. Fiquei no grupo durante uns 2 anos
e meio, fiz amigos incríveis, conheci pessoas e histórias lindas... Mas como
tudo é um ciclo, acabei saindo do grupo, pois não concordava com as atitudes de
alguns membros. Foi neste momento que criei uma ruptura, me afastei da
comunidade Nª Srª do Livramento, mas jamais de Deus, pois Ele não iria
permitir.
E não
permitiu. Acabei indo estudar e trabalhar na PUCRS, uma Universidade Católica
da congregação Marista. Deus estava agindo, cultivando a tal sementinha que já
havia plantado no meu coração. Trabalhava diretamente com os Irmãos Maristas e
muitas vezes fui convidada a participar das atividades da Pastoral
Universitária. Lembro que uma vez eu e algumas outras pessoas fomos selecionadas
entre os milhares de alunos e funcionários da Instituição, a almoçarmos na casa
dos Irmãos Maristas e conhecer um pouco mais sobre o dia a dia deles. Foi um
encontro especial, produtivo e certamente muito abençoado. Neste meio tempo fui
retornando para a Igreja, mas não para a comunidade a qual pertencia
(Livramento). Comecei a participar da comunidade da Nª Srª de Fátima e assim
aos poucos fui retornando. Mas Deus queria mais e mais de mim!!!!
Foi então, há exatamente
um ano que conheci o Padre Santiago, Pároco da minha comunidade de origem. Após
sairmos de uma reunião, ficamos conversando e ele me questionou porque eu havia
me retirado da comunidade Nª Srª do Livramento, contei sobre a minha caminhada
na Igreja e que me sentia acolhida na comunidade Nª Srª de Fátima. Então o
padre me convidou a frequentar novamente a Paróquia Nª Srª do Livramento,
atendendo ao pedido dele fui algumas vezes. Mas Deus não parou por ai, exigiu
mais de mim... Ontem não sei porque razão... sei sim! Era a tal sementinha... Resolvi
ir num grupo de oração da Paróquia Nª Srª do Livramento. Chegando lá encontro uma
prima que veio muito feliz me acolher, me abraçou, pegou pela mão e me levou a
sentar no primeiro banco. Confesso que fiquei meio sem jeito, mas fiquei ali
para não desagradá-la. Quando o encontro já estava finalizando fomos convidados
a ficarmos mais próximo do Santíssimo. Eu estava imóvel no meu lugar, pois acreditava
já estar próxima e queria dar a oportunidade para outras pessoas se
aproximarem. Na verdade eu estava meio sem jeito! Mas não é que me puxaram e me
levaram para frente do Santíssimo!?! Fiquei cara a cara com Ele e somente
agradeci por aquele momento, confesso que abri um sorriso e pensei: “Jesus tu é
demais! Eu andei tanto tempo afastada de Ti e você arranjou uma maneira de me
trazer para perto. Bem perto! Obrigada!!!” Voltei para casa renovada, fortificada,
me senti flutuando!!!! Realmente Deus tem planos para nos trazer para perto dEle
que não imaginamos. Ele sabe tudo e jamais desiste de nós! Mesmo que
abandonemos seu caminho. Mas quando uma sementinha é plantada, Ele trata de
regar e cultivar, pois sabe que um dia ela dará bons frutos.
Isso me faz lembrar daquela música que diz:
"Alô meu Deus fazia tanto tempo que eu não mais Te procurava. Alô meu Deus senti saudades tuas e acabei voltando aqui"
O que dizer além de obrigada por
acreditar em mim!?
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
A volta da Cidadão Quem
Clica no link abaixo e confere a volta da banda Cidadão Quem [Jornal do Almoço - 22.10.2013]
Cidadão Quem se reúne e faz turnê para comemorar os 20 anos de seu disco de estreia
Cidadão Quem se reúne e faz turnê para comemorar os 20 anos de seu disco de estreia
Minha paixão por trabalhos sociais
Nasci em meio a trabalhos sociais. Sempre gostei de ajudar o próximo, isso faz parte de mim, assim como respirar. Cresci junto com o Projeto Pescar, que hoje é uma Fundação altamente reconhecida em todo mundo. Digo isso pois meu pai trabalhou na Linck, empresa que foi pioneira na criação deste Projeto. Eu, volta e meia estava na empresa e ficava analisando a maneira linda como a Linck trabalhava com aqueles jovens da comunidade. Além disso os filhos dos funcionários da empresa eram convidados em datas comemorativas, como Natal, São João e etc. a doarem brinquedos para crianças carentes. Eu doava na maior alegria!
Lembro que um ano, a Linck fez uma proposta bem bacana, fomos convidados a confecionarmos nossos próprios presentes de Natal. Era bem simples e fácil! Recebemos tecido, bombons,
tesouras, fitas, agulhas e linhas. Nosso trabalho consistia em cortar o tecido em quadrados pequenos, no qual
cada bombom foi embrulhado delicadamente e finalizado com um lindo tope. Após,
nossas mães faziam as finalizações. Cada família recebeu um kit com dez bombons,
ou melhor dizendo, dez enfeites para serem colocados em nossas árvores de Natal. Aquele
foi um dos presentes mais geniais que recebi, feito por muitas mãos e com
carinho.
Mas
eu não parei por ai, realizei trabalhos sociais e voluntários na escola, comunidade, Igreja (participando do grupo de
jovens), faculdade, Apae, trabalho... Participei por duas ou três vezes
de uma gincana para arrecadar fundos para o Hospital Livramento, de Guaíba. A gincana
era durante um final de semana, mas meses antes já começávamos a arrecadar
alimentos e roupas. Eu adorava toda aquela movimentação! Em outras oportunidades auxiliei o Hospital ficando muitas vezes na porta do mercado arrecadando
alimentos não perecíveis ou nota fiscais. Hoje existe o Programa Nota Fiscal Gaúcha,
mas quando eu era um pouco mais jovem (risos) funcionava de outra forma, a cada ”x”
notas trocávamos por cupons que
concorriam a sorteio de prêmios. Caso o Hospital ganhasse algum prêmio este seria rifado, para arrecadar verba.
Pois então... Já
dizia uma querida professora que eu nasci para ajudar ao próximo. Isso ela
disse quando foi banca da minha monografia de Relações Públicas. Lembro até
hoje, da Profª Neka me abraçando, após eu receber a minha nota e dizer que
naquela monografia sobre Responsabilidade Social, ela me enxergava. Fiquei
feliz demais! Então o que dizer? Minha alma é assim... adoro fazer algo de bom pelos outros.
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